Pular para o conteúdo
João Pessoa - PB
PUBLICIDADE728 × 90
PUBLICIDADE970 × 90

Jovem que ficou conhecida por ter gêmeos de pais diferentes é assassinada aos 22 anos

A história de Adriellen Barbosa Lima, que ganhou repercussão nacional em 2022 após descobrir que seus filhos gêmeos tinham pais biológicos diferentes, terminou de forma trágica. Aos 22 anos, a jovem foi assassinada com um tiro no tórax, em Mineiros, no estado de Goiás.

O caso de Adriellen ficou conhecido em todo o país por envolver uma situação raríssima chamada superfecundação heteroparental. Na época, aos 19 anos, ela descobriu por meio de exames de DNA que cada um dos gêmeos possuía um pai biológico diferente.

Segundo as informações divulgadas à época, Adriellen havia mantido relações com dois homens durante o mesmo período fértil. Dois óvulos teriam sido fecundados por espermatozoides de homens diferentes, resultando na gestação dos gêmeos, que nasceram no mesmo parto, mas tinham pais distintos.

PUBLICIDADE970 × 90

A descoberta chamou atenção pela raridade do fenômeno e transformou Adriellen em personagem de reportagens em todo o Brasil. A jovem também compartilhava o desejo de conquistar a casa própria e proporcionar uma vida melhor aos filhos.

Quatro anos depois da repercussão do caso, porém, a trajetória de Adriellen teve um desfecho marcado pela violência. Em 2026, ela foi morta a tiros em Mineiros.

O principal suspeito do crime é Joelson Ribeiro, companheiro da vítima e pai de sua filha mais nova. Ele se entregou à polícia em maio e o caso passou a ser investigado pelas autoridades.

Adriellen deixou quatro filhos: uma menina de 6 anos, os gêmeos de 4 anos e uma bebê de apenas 10 meses.

A morte da jovem causou comoção entre familiares e pessoas que acompanharam sua história desde o caso que ganhou repercussão nacional. A irmã de Adriellen, Rafaela, lamentou a tragédia e cobrou justiça.

“Infelizmente, ela não poderá realizar seus sonhos nem ver seus filhos crescerem”, declarou.

Agora, a família espera que o crime seja esclarecido e que os responsáveis sejam responsabilizados pela morte de Adriellen, cuja história, antes marcada por um raro fenômeno da medicina, terminou de forma precoce e violenta.